quinta-feira, 8 de julho de 2010

Prelúdio para a Noosfera, Relatório e uma Visão

Instituto de Investigação Galáctica
José Arguelles / Valun Votan


Parte I. Um exame do mundo durante os últimos dias.

"Como é, que tudo o que vejo é o filho de Deus na miséria?”
(Letra de uma canção escutada em um restaurante do hotel em Chennai, Índia)


Recentemente fiz uma viagem ao Quênia e à Índia para experimentar com certa profundidade duas amostras do mundo normalmente não experimentado pela maioria dos “ocidentais." Estas não eram férias ou uma excursão turística, mas parte de uma missão. Durante o tempo que nós (minha companheira e eu) estávamos viajando, a Europa ainda estava sofrendo os efeitos do vulcão da Islândia, as revoltas na Grécia contra as severas medidas do governo, haviam enviado sua mensagem de anarquia através das mídias mundiais, incluindo igualmente a mais letal "Batalha de Bangkok”, o Euro experimentou uma grave perda de confiança e provocou uma forte queda no mercado de valores mundial, enquanto que o óleo derramado pela Deepwater Horizon fora da costa da Luisiana continuou saindo a borbotões, espalhando sua mortal superfície escorregadia. Antes de sair da Índia, um acidente aéreo devastador ocorreu em Mangalore, e ao mesmo tempo, os Maoístas, agora ativos em 20 dos 29 estados da Índia, bombardearam um ônibus e recentemente causaram o descarrilamento de um trem com um alto custo de vidas.

Ao chegar a Mumbai você percebe que acabou de pousar em um campo armado. E não pode entrar em um hotel ou um centro comercial sem passar pelos controles de segurança ao estilo aeroporto. As ruas, abarrotadas de táxis e mais táxis, ônibus e um ocasional BMW, estão cheias de mendigos e lixo. Apesar do muito promovido boom econômico hindú, a disparidade entre os ricos e os pobres não poderia ser maior. Não é de estranhar que os Maoístas sejam tão ativos. O discreto luxo do ar condicionado da recepção de um hotel cinco estrelas é protegida por seguranças e os portões fechados. Atravessando a rua está o caos abundante: a pobreza e a enfermidade, as mães segurando seus bebês, e aleijados arrastando-se através das sujas calçadas.

A conversa no Quênia é sobre a nova constituição. A constituição atual não foi criada pelos Quenianos, mas por um comitê internacional em Oxford, Inglaterra, em 1963. Faz alguma diferença? É difícil de dizer. O governo está cheio de corrupção e a periferia de Nairobi, os distritos são tão miseráveis como qualquer outro que se possa ver, exceto talvez fora de Mumbai. Enquanto que os novos arranha-céus enchem o horizonte de Nairobi, a riqueza ainda é, em grande parte, controlada por interesses estrangeiros, isto é, pela Índia e o Reino Unido, com a China forçando seu ingresso muito rapidamente. Também há alguns centros comerciais novos, que lhe indicam que a globalização está deixando sua marca. Mas não é uma cidade segura. Quando pedimos a direção de uma loja em particular, uma mulher Muçulmana nos levou para um lado e nos deu conselhos sobre o que não fazer, "Aqui já não há segurança", nos disse, e logo amavelmente nos acompanhou à pé até o nosso destino.

A única maneira de chegar a um albergue no sopé do Monte Quênia é através de um safári. Se você não estiver em um safári turístico, se prepare para pagar um preço exorbitante. No albergue há uma abertura para poder olhar os animais, porém como é temporada de chuva, a maioria dos animais fica escondida. Só os macacos estão, literalmente, com todo o pique. Mas há uma característica curiosa. Muitos deles estão sem uma ou ambas as patas dianteiras, ou perdendo um braço, e até mesmo alguns estão sem cauda. Perguntamos ao homem que cuida dos animais, o único capaz de falar sabiamente sobre eles para os turistas. Seu rosto se entristece com preocupação. O albergue obtém sua eletricidade através de um transformador no limite de sua propriedade. Ele não está coberto ou protegido, assim, quando repentinamente os macacos entram e agarrando alguns dos cabos elétricos, seus membros são decepados.

Até agora tem sido incapaz de convencer a companhia hindu que administra o albergue para que pelo menos cubram ou selem a estação transformadora de maneira que os macacos não possam entrar mais.

O Monte Quênia é único, se elevando a mais de 5.000 metros acima do nível do mar, é a maior montanha que se encontra no equador. Pela primeira vez em poucos anos há neve uma vez mais em seu pico escarpado. Tradicionalmente, esta montanha era considerada como o lugar aonde o criador supremo, Deus Ngai viria à Terra e examinava as grandes terras da África Oriental. Hoje, está rodeado por um Parque Nacional, onde se estabeleceu um pequeno anel de albergues. Já que seu pico está virtualmente no equador, tem um poder geomagnético que por si mesmo justifica seu "estado sagrado." O caminho até e desde a montanha, está cheio de pequenas aldeias rurais, cada uma com mercados amplos, e abarrotadas de gente, tudo apenas a um passo da área de favelas. Parece que quase todo o mundo no Quênia está equipado com um telefone celular. Entre as aldeias se encontram terras agrícolas de grande riqueza, plantações e granjas. Porém, com tal aparente abundância, por que há tanta pobreza?

Em Nairobi e no Quênia central e ocidental predomina o Cristianismo - um Cristianismo fundamentalista que substitui um conjunto de superstições por outro. "Se você medita, vai deixar que o diabo entre em sua mente." Há uma série de canais de televisão que transmitem propaganda Cristã fundamentalista. Os Muçulmanos estão em sua maioria no leste do Quênia, centrados na segunda cidade, Mombasa. Há meninas Muçulmanas por todas as partes, caminhando pelos campos em seus jibabs. Os homens com seus gorros brancos, calças e túnicas estão também sempre presentes. Em algumas comunidades, estão os Muçulmanos que fazem cumprir as leis e conseguem se livrar dos traficantes de drogas. Tanto Mombasa como Nairobi também têm vários templos Hindus. Há um impressionante templo, Jain, tanto em Nairobi como em Mombasa, indicando a forte presença da Índia e os interesses comerciais Hindus.

As próximas eleições no Quênia serão em 12-12-2012, só nove dias antes do encerramento do ciclo. Depois das últimas eleições em 2007, tem havido muitos enfrentamentos brutais e o país se manteve temporalmente instável. Algumas pessoas temem que isto possa acontecer de novo. Fora de Nairobi está o subúrbio de Karen.

Ali é onde Karen Blixen viveu, e onde escreveu seu famoso livro Fora da África. Hoje, é uma frondosa área verde, aonde vivem muitos dos Quenianos “brancos”. Trata-se de uma interessante e vibrante mistura, muitos dos quais estão envolvidos em projetos para ajudar a tirar os meninos das ruas sujas – yoga e jardins de hortaliças no quintal - ou lidam com o desenfreado HIV (a esperança de vida é agora só 52 anos), ou para melhorar o chão do Museu Nacional, ou de uma forma ou de outra, apoiar a infra-estrutura sócio-cultural para poder elevar a estabilidade e perfil do seu país.

Talvez a cidadã mais famosa do Quênia seja a ganhadora do Prêmio Nobel Wangari Maathai, cujo projeto, Cinturão Verde, tem a participação das mulheres a nível comunitário para plantar árvores - mais de 20 milhões. Ela escreveu recentemente um livro intitulado, “O Desafio para a África”, o qual, entre outras coisas, dá uma visão histórica sucinta de como a África se tornou tal qual é hoje. É uma leitura reveladora, e ela é uma forte defensora de que a ação comunitária em escala capacita o individuo. Todavia, a pessoa deixa a Quênia, se perguntando: O que se pode ser feito, de imediato, em relação à pobreza e a saúde - grandes extensões de favelas nas quais não existe um sistema de saneamento, nem água potável digna, e na qual, o bom alimento nutritivo é difícil de chegar?

Como podemos viver neste mundo com seus bilionários, tráfico de drogas, HIV e degradação ambiental, abundante cultura de globalização, guerras e terrorismo, bombas e armas de fogo - e não ter a força de vontade para fazer algo sobre a evidente desigualdade e a injustiça que prevalece no mundo? Enquanto estávamos no Quênia, a União Européia votou a favor de uma fiança de um trilhão de dólares para tirar do apuro o Euro e para estabilizar sua economia. Também lemos que só no ano passado os Estados Unidos gastou mais que uns trilhões de dólares em armas. Onde está os trilhões de dólares para instalar um sistema sanitário nos bairros pobres de Nairobi ou Mumbai, e nos bairros pobres de todo o planeta? Em seu livro, Banqueiro dos Pobres, Muhammad Yunus disse que os pré-requisitos mínimos para cada ser humano no planeta são: 1. Uma casa a prova de chuva: 2. Um banheiro sanitário; 3. Água potável limpa, e 4. Três refeições por dia. Se não somos capazes disto, nós fracassamos como espécie. Preferimos as armas e o dinheiro.

As pessoas nos países ricos esperam na fila para obter seus iPads. Enquanto isso, é noticiado, o 11º suicídio em apenas alguns meses na fábrica Chinesa que fabrica o iPad. Muitas pessoas nos países ocidentais telefonam para um número para solucionar problemas com seu computador e acabam falando com alguém na Índia. Todavia, alguma vez viram onde vive o Hindu e o qual é seu tipo de vida cotidiana? Na Índia há muita miséria, e se não é mais do que na África, é por poucos números. Enquanto Mumbai é o centro do ciclone da disparidade de riqueza e justiça, Chennai, ao sul, a quarta maior cidade da Índia, pelo contrário, é uma área residencial melhor, e os cortiços pobres são menos evidentes, entretanto, quando você sai à rua encontra o mesmo caos de pobreza e trânsito louco. Nos hotéis você tem opção de muitos canais que parecem oferecer nada mais que o melhor ou o mais recente filme de Bollywood: uma distração cheia de charadas divertidas bem entranhadas de clichês culturais da Índia, criando sua própria sub-cultura de modelos, ídolos de cinema e músicos.

Pondicherry está a duas ou três horas ao sul de Chennai - o tempo depende da audácia ou loucura do taxista que te leva. Não há regras de trânsito que inspirem respeito à medida que você avança sobre as estradas rurais. A única regra é a de tocar a buzina quando você quer ultrapassar – assim, há uma dissonância constante de buzinas de carros, ônibus e caminhões, e as pessoas que correm riscos e que lhe deixam de cabelo em pé, como um desfile de ônibus e táxis, caminhões e vans lotadas, jogando roleta russa em uma estrada de duas pistas, que freqüentemente parece um pesadelo, com três ou quatro pistas de cruzamentos e com veículos que transitam tentando cruzar com segurança.

Pondicherry é onde Sri Aurobindo, o grande poeta e ativista político, virou o yogue e o pensador profundamente evoluído, e passou a maior parte de sua vida - de 1910 a 1950. Ali, com sua companheira, Madre, criou seu ashram e em 1926 se envolveu na descida da consciência supra-mental do futuro. Seguindo seu Samadhi, em 9 de dezembro de 1950, quando sua consciência deixou seu corpo para penetrar a consciência do planeta, Madre sonhou com a idéia de Auroville de uma cidade universal, aonde todos pudessem ser livres para buscar a verdade espiritual exposta por Sri Aurobindo e Madre. Hoje, Auroville é uma comunidade próspera com 2000 habitantes localizada justamente fora de Pondicherry. É auto-sustentável e um bom modelo de sociedade do futuro, que alguém poderia encontrar, isolada do caos de Pondicherry por um cinturão verde de árvores plantadas pelos Aurovilleanos ao longo dos anos. No centro está o Matrimandir, uma brilhante estrutura com um domo geodésico situado no centro de um pavilhão do jardim de grama, observando todo o mundo como um OVNI que acaba de aterrissar. No contexto da Índia atual, Auroville é verdadeiramente um milagre.

O ashram de Sri Aurobindo se encontra em uma área tranqüila do bairro Francês de Pondicherry. Tem um ar de tremenda serenidade. Os devotos de um tipo ou de outro sempre estão passando pelo ashram, para tocar ou colocar sua cabeça no sarcófago onde o corpo de Sri Aurobindo repousa em seu estado final de samadhi. Tudo é absolutamente tranqüilo. O samadhi é muito eficaz. Entra em seu corpo e mente.

Fora do ashram está o templo do Elefante, um vistoso santuário Hindu com sensacionais estátuas do panteão Hindu. O ambiente é totalmente diferente do ashram. Há um elefante vivo, pacientemente de pé, com um símbolo branco pintado em seu terceiro olho. Então, mais adiante está propriamente Pondicherry, um gigantesco povoado de 700.000 pessoas - tudo está do lado de fora, o lixo, as vacas que entram e saem das multidões, os mendigos, a sujeira em cada canto das ruas. Os cidadãos no querem por recipientes de lixo nos cantos das ruas porque pensam que atrairão os mosquitos e miss ainda, os mendigos. Assim, ao invés, todo o mundo se conforma com empilhar o lixo aonde seja possível.

Seguindo de avião para Singapura, a mente está cheia de imagens e perguntas. Há uns dois anos e meio para 21 de dezembro de 2012. Ao contemplar esta micro-fatia de nosso mundo com seu nível esmagador de caos e miséria, uma coisa é certa: nenhuma conferencia humana ou seminário, organização religiosa ou governamental, ONG ou empresa vai ser capaz de fazer muito a respeito, nem sequer ser plenamente capaz de encarar a raiz do problema da pobreza humana e da injustiça, assim como da esmagadora degradação ambiental que caracteriza nosso mundo de hoje.

A injustiça da pobreza e a inutilidade de gastar mais dinheiro em armamento, enquanto se luta, em escala máxima, contra a degradação ambiental, deveriam ser as prioridades principais da raça humana, somos na realidade um organismo racional coerente planetário – que neste momento, não o somos. Se, na verdade soubéssemos lidar com estes assuntos e cada governo fizesse destes, sua prioridade, então veríamos o terrorismo desaparecer. Pois a raiz do terrorismo é a injustiça, o desequilíbrio de poder, o materialismo agressivo e os interesses egoístas que continuam perpetuando o problema sem, sinceramente, desejar fazer algo a respeito. Infelizmente o problema - a crise - é endêmico ao sistema inteiro. Na verdade, só a destruição do sistema atual de acordo com os princípios de conduta humana e a ação ambiental responsável pode mudar isso, porém, isto nunca acontecerá o suficientemente e logo. O fato é que temos que corre contra o tempo, pois a situação está fora de controle.

Qual é a responsabilidade de cada um ante este trágico fracasso da espécie humana? Não tem sentido reunir-se com outras pessoas se não formos dizer: Aqui está o que vamos fazer assim que sair desta conferência... Isto é o que vai por uma casa a proba de chuva para todos os seres humanos, um banheiro sanitário e assim sucessivamente. Enquanto houver pessoas boas que estejam fazendo algumas destas coisas, merecem receber todo o nosso apoio, porque essa é sua prática espiritual, o grande problema, a causa raiz permanecerá. Não importa os bons resultados que a reunião tenha, não vão convencer o Banco Mundial, aos Rothschild, aos Bilderbergs, ao FMI, aos Bill Gates e aos Carlos Slims, à União Européia e os bilionários da Índia a inverter, de imediato, a erradicação da pobreza, e o equilíbrio da balança da justiça. Os animais tratam as suas espécies melhor do que os humanos se tratam uns aos outros.

O que as pessoas precisam entender é que na realidade, 21/12/2012 é a data limite da humanidade, e agora mesmo, a humanidade prefere enviar um homem a Marte para ver de frente o que foi criado em seu planeta de origem. Se o ciclo verdadeiramente está terminando em 21 de dezembro de 2012, e algo vai acontecer então a única coisa a ser feita, que não temos feito, é mudar a nossa consciência.

Parte II. Convertendo-nos na Mudança que queremos ser – Bem-vindos à Noosfera.

O cérebro humano tem agora a chave de nosso futuro. Agora, nós temos que recordar a imagem do planeta desde o espaço exterior: Uma única entidade na qual estão interconectados o ar, a água e os continentes. Esse é nosso lugar.

David Suzuki
Uma mente de luz substituirá a confusão atual e dificuldades desta ignorância terrestre... Esta é a possibilidade que devemos buscar, e isso significaria uma nova humanidade elevada à luz, capaz de espiritualizar o ser e a ação, aberta ao governo por alguma luz da verdadeira consciência, capaz inclusive a nível mental e sobre seu próprio comando de algo que poderíamos chamar o começo da vida divina.

Sri Aurobindo
Por falar em mudar nossa consciência – até mesmo transformando-a - devemos considerar que há um projeto infalível e inefável de todos estes procedimentos em nosso mundo, o qual parece ter derivado de um acampamento armado cheio de resíduos tóxicos e perdendo rapidamente sua biodiversidade biológica. Mesmo dentro dos véus da mais escura ignorância que agora prevalece, nós podemos ver que ainda há um movimento de consciência sempre se esforçando para ascender passo a passo, até esse lugar onde há um "novo céu e uma nova Terra".

É neste momento próximo da consciência cósmica (21/12/2012) que poderemos experimentar a descida da super-mente, a mente de luz. E então, mais além, poderemos ainda avançar, passo a passo, em formas cada vez mais perfeitas e luminosas, irradiando a luz de um samadhi que tudo penetra com a verdadeira consciência universal, e agora se torna uma característica irreversível da mente terrestre - tudo isto está de acordo com o inefável projeto, o "plano divino." É pelo alinhamento consciente com este plano, aceitando-o de todo o coração e sem restrições, este inescrutável projeto da natureza, que nos tornaremos capazes de praticar a “vida divina".

Para mudar nossa consciência, e aproveitar a ascensão que continua a mesmo na hora mais escura da crise planetária, precisamos perceber o exemplo da Terra como um todo, a Terra que vemos do espaço exterior. Este é o lugar para se começar, pois este não é só onde estamos, mas quem nós somos.

Em nossa contemplação devemos absorver a Terra em nossos corações. Devemos experimentar a Terra como uma simultaneidade unificada. Dia e noite, oceano e terra, ar e mente, tudo ao mesmo tempo. Ela é, na realidade, um conjunto uniforme, e tudo nela e dentro dela constitui uma totalidade única, embora possa parecer dividida em numerosas partes.

A Terra já está em um estado avançado de samyak samadhi, concentração correta, meditação ou samadhi absorvido dentro de si mesmo. Sem desvios, se move em sua órbita, girando incessantemente, assegurando-se de que todos os aspectos de seu ser esférico sejam expostos igualmente para a fonte luminosa de sua vida e consciência, o Sol. Ela tolera tudo, até mesmo os homens mais indomados e incontroláveis, dirigidos pelas fixações unilaterais de seus próprios sistemas de crenças não examinadas, aparentemente incapazes de qualquer inteligência a mais - sim, até mesmo estes que ela considera como seus filhos.

A Terra em sua totalidade unificada não busca vingança. Todavia, ela opera por leis que se forem repetidamente violadas, produzirão seus próprios resultados, impondo suas próprias formas de justiça.

Em sua simultaneidade unificada da totalidade de vida, onde o santo e o pecador, o hipócrita e o buscador da verdade, todos, igualmente, respiramos o mesmo ar e nos movemos pelo mesmo sangue que corre em suas veias, a Terra já está vivendo a vida divina, um corpo planetário capaz de uma autotransformação aparentemente interminável, ressurreições repetidas e renascimentos mesmo em meio a sua própria morte. Ela possui uma mente e uma consciência que estão inteiras e acomodam todas as suas formas cristalinas e de viver. Através de eóns, ela tem surgido lentamente em uma condição de ser cada vez mais consciente e luminosa. Agora, espera seu próximo revestimento de consciência, o manto da auto-reflexão para deslizar sobre ele, um manto arco-íris produzido por seus filhos do amanhã, aqueles que se mantém em sintonia com a descida da super-mente.

Para a Terra em sua simultaneidade unificada, sempre é o mesmo momento no tempo. O homem rico desfrutando de seu coquetel no final de seu dia fazendo dinheiro, o homem pobre despertando em seu colchão no solo a meio mundo de distância, são para a Terra, ao mesmo tempo, os dois lados do mesmo momento de experiência. A Terra está em um contínuo momento de sincronicidade. Ela se banha em um raio de tempo de um fractal de momento de despertar descendo de todas as direções até seu campo eletromagnético radiante. A perfeição sincrônica é tudo o que ela conhece, porque é uma Nave do Tempo movendo-se imperceptivelmente em sua trajetória para a consciência cósmica plenamente iluminada.

A Terra não busca matar ou trair, é incapaz de mentir e não precisa roubar nada de ninguém. Tudo o que ela precisa para se manter, para experimentar, ou para conhecer, ela já possui em si mesma. Ela não precisa viajar para outros planetas ou outros mundos para conhecer o que não é. Ela sabe por si mesma, do centro do mais profundo do seu ser, onde só há um condensado e incrivelmente luminoso silêncio, que ela também não é o que se pensa que ela seja. Ou melhor, ela é um ponto de sabedoria Inter-dimensional que recebe sua inspiração da totalidade do cosmos, como tem chegado até ela, descendo através de seus pólos em infinitas ondas plasmáticas durante bilhões de anos.

Agora ela espera esse momento que se aproxima, a descida da super-mente, a próxima expansão de sua mente dentro das freqüências solares que iluminam seu espaço de meditação. Ela sabe a hora e o momento. A inquietude de seus filhos é seu sinal. Ela sabe que até mesmo entre eles, em sua confusão e causando problemas para si mesmos e para ela, o plano universal está atuando. Ela só precisa de um punhado deles para que a levem em seus corações e, simultaneamente, pratiquem o que ela pratica todo o tempo: o samadhi supremo da unificação sempre-existente. Ela sabe que a enfermidade das mentes de seus pequenos filhos, logo será dissolvida. Os amigos luminosos de mais além já estão aqui para ajudá-los, assim que o suficiente deles desperte do sonho da separação. Então, saberão que é sua mente e não seus brinquedos que os tornam grandes, já que sua mente é, na verdade, a mente da Terra, e a mente da Terra é a ligação para os poderes cósmicos insuperáveis e a simultaneidade de consciência sempre sincrônica.

Ela lhes envia uma mensagem, um oráculo:
Mensagem do Tempo:

"Deixa a parede cair na vala
a civilização está em ruínas.
Não usem a força para corrigir as coisas
Mas, perseverem em silêncio.
O caminho do mal está em ascensão.
Porém, não tem nenhum fundamento.
Dentro de vocês, estão amadurecidos os sinais do amanhã.


Ela sabe que entre eles estão os que podem ouvir cujos corações ainda batem com a lembrança da primeira criação, e assim, eles podem estar prontos para a segunda criação. Agora é o momento para que estes se tornem verdadeiramente dedicados e não tenham nenhuma outra causa, a não ser o samadhi da unificação com a Terra.

Se você acha difícil entrar neste samadhi, então, procure adquirir um globo e faça com que ele seja o foco de sua meditação. Quando você tem um globo, você está vendo a Terra como é vista do espaço exterior. Então, você pode ver que é um único todo indivisível, uma totalidade unificada. Tudo e todos estão nela, e em todas as partes ao mesmo tempo - dia e noite, as estações, Pólo Norte e Pólo Sul, tudo de vez, o mesmo instante de tempo cósmico em todas as partes ao mesmo tempo.

Isto é o que acontece quando você tem a perspectiva da Terra como um todo. A Terra não mostra nenhuma parcialidade. Ela está sincronizada com a ordem cósmica da realidade. Sua órbita é a demonstração de sua submissão à lei cósmica. Se ela se tornou rebelde e se desviou, isto só causou estragos absolutos em toda a sua rede de subsistemas interdependentes e interconectados. Seria suicida rebelar-se. Assim, ela permanece obediente à lei cósmica. Basta que de vez em quando ela experimente uma mudança de pólos, ou que um meteorito se choque contra ela.

Porém estes também são ajustes necessários. Ela tem sido submissa a sua lei durante 4bilhões de anos. Isso significa que, em sua função como um elétron planetário para o núcleo atômico do Sol, ela deu a volta ao redor do centro da galáxia 20 vezes até agora (a razão de 200 milhões de anos para o Sol fazer este circuito). Assim, qualquer tipo de ajuste que ocorra em 2012, o que quer que seja, saiba que a Terra está preparada, porque isto é inevitável.

Levando em conta a grande mudança agora, em nós, considere que você está neste episódio cósmico. Você tem sorte de estar fazendo um passeio gratuito ao redor do Sol, e participando um pouco do circuito ao redor da galáxia. Se há uma reorganização para acontecer, talvez seja porque como espécie, nós não aderimos aos princípios da justiça nem demonstramos gratidão suficiente para com este precioso planeta o qual cuida de nós. Tudo na Terra é dado livremente pela mesma Terra. Só os seres humanos utilizam sua inteligência e a construção artificial de dinheiro para obrigar aos demais de sua espécie a pagar pelo que é, na realidade, um presente da Terra.

Agora a Terra está sangrando óleo, uma mensagem de que o estilo de vida que a espécie humana tem construído para se mesma não é eficaz. As prioridades humanas estão totalmente desequilibradas e de cabeça para baixo. Suas mentes estão imersas em sistemas de normas e regulamentos que pouco tem a ver com a realidade e, que atualmente obstruem todo o tipo eficiente de ação responsável, especialmente em face, a tal grande mudança.

Por esta razão, a forma supremamente eficaz de tornar efetiva esta grande mudança é ir fundo e transformar a consciência do planeta. Cem mil humanos meditando em uma seqüência de momentos sincronizados focados em um único ponto, percebendo a Terra como uma continuidade, uma simultaneidade instantânea da totalidade unificada, seria suficiente para efetuar uma mudança. A consciência, não a vida e a forma, é o princípio essencial de evolução do cosmos. Como o grande pensador Hindu Sri Aurobindo escreveu acerca desta premissa:

"Nesta visão das coisas do universo se revelará em sua unidade e totalidade como uma manifestação de um único ser, a natureza como seu poder de manifestação, a evolução como seu processo de manifestação gradual na matéria." ("Super-mente em Evolução").

O poder da mente criou a máquina e o tempo artificial que governam nossas vidas. Voltado para si mesmo, o poder da mente pode curar, em última instância, todas as coisas. O poder da mente humana coletiva sincronizada como uma só consciência planetária focada em um único ponto poderia alterar a evolução de nossa mente e o espírito de maneira irrevogavelmente, ao mesmo tempo, enquanto nos proporciona o conhecimento, insights e habilidades telepáticas, para converter nossa crise para a Segunda Criação.

É possível este evento de consciência super-mental para 2012. Há tempo suficiente, e há pessoas suficientemente capazes disto. Esta é a solução predita pela mensagem do tempo. Então, nós também saberemos que não estamos sozinhos. A civilização cósmica ao longo do universo, que nós descobriremos, está esperando que nós cheguemos a esta solução. Nós escutaremos o grito ressoando através da Terra: "Bem vindos a casa!" E então saberemos que: Sim, nós estamos em casa. Um novo tempo e um novo dia amanhecerão. Sim, Bem vindos à Noosfera!
Valum Votan
G.R.I.

Fonte:

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sexta-feira, 2 de julho de 2010

O Desastre no Golfo do México


Será que aprendemos com o desastre da British Petroleum?

Será que realmente e finalmente poderemos aprender algo mais real que este terrível desastre?

Imaginar que uma catástrofe desta magnitude provocasse alguma humildade ou sentimento de culpa nos executivos da British Petroleum? Ou nos fazer acreditar que a "Natureza já está dominada"?

"O oceano é grande, ele agüenta! (sic)" Foi o que se ouviu de Tony Hayward, presidente da PB nos primeiros dias após o vazamento de óleo no Golfo do México.

Enquanto isso, o porta-voz insistia que "Micróbios insaciáveis devorariam todo o petróleo que aparecesse na água, porque a natureza tem seus meios para contribuir! (sic)”

Cientistas de várias partes do planeta afirmam que há risco real de que o petróleo continue a vazar por muitos e muitos anos, enquanto que a geologia nos aponta que outras catástrofes virão a partir desta.

A Natureza já está cansada e degradada demais para agüentar tantas loucuras!

A limitação humana tem sido presença constante nessa catástrofe, mas a reação mais claramente sociopatológica veio do veterano jornalista-comentarista Llewellyn King (White House Chronicle) que afirmou:

"Em vez de temer os riscos da grande engenharia, deveríamos festejar por sermos capazes de construir máquinas tão fantásticas, que arrancaram a tampa do fundo do mundo" (sic).

Veja o vídeo abaixo: é uma comédia, porém, assustadoramente próximo da realidade de pessoas como os executivos da British Petroleum.



Felizmente, outros estão aprendendo com as lições desta catástrofe, pois a nossa Terra é sagrada e toda a natureza contida nela é também é sagrada.

Tudo o que é sagrado possui uma energia da qual nós ainda não compreendemos e não compartilhamos completamente.

Portanto, ao invés de consagrarmos as máquinas que provocam “feridas” incalculáveis e irreversíveis em nosso planeta; poderíamos preservar o pouco que nos resta de nossa sagrada Terra.

Índios de várias etnias sabem o quanto é sagrado o nosso planeta e que a vida flui de uma “natureza indomável”, cuja fartura incalculável nos dá tudo o que necessitamos para vivermos em paz e harmonia.

Talvez aprendamos a lidar melhor com a química e a física da Terra e talvez finalmente devamos reduzir nosso consumo desenfreado.

Talvez o homem pare finalmente de brincar de Deus e aproveite mais as dádivas da Mãe Natureza enquanto estão vivos, e quando entenderem que eles são "Filhos da Natureza" e não os "Donos da Natureza".

Quando perceberem e sentirem isso em seus corações, entenderão o "PRINCIPIO FUNDAMENTAL ABSOLUTO - A BASE DIVINA DA CRIAÇÃO.

Luz é Amor
Amor é Luz
Mara

Imagem: http://www.thedailygreen.com/
Vídeo: BP Derrama Café

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segunda-feira, 21 de junho de 2010

A Maior Flor do Mundo - José Saramago

Uma pequena homenagem ao extraordinário José Saramago



A Maior Flor do Mundo from Fundação Jose Saramago on Vimeo.

“E se as histórias para crianças passassem a ser de leitura obrigatória para os adultos? Seriam eles capazes de aprender realmente o que há tanto tempo têm andado a ensinar?”

"Eu não escrevo para agradar ou para desagradar, escrevo para perturbar"
José Saramago

Informações sobre o filme:
Curta-metragem de animação baseada no livro A Maior Flor do Mundo, de José Saramago
De Juan Pablo Etcheverry, com música de Emilio Aragón
Produção de Continental Animación

Luz é Amor
Amor é Luz
Mara

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sexta-feira, 11 de junho de 2010

Rachel Corrie: A Menina e o seu Sonho


Postado por: Universae
O navio irlandês que levava ajuda humanitária a Gaza e foi interceptado pelas forças armadas israelenses foi batizado de Rachel Corrie; porém, quem foi Rachel Corrie?

Pouco se sabe sobre essa jovem pacifista cuja coragem e caráter são admiráveis.

Essa escassez de informações sobre Rachel talvez se deva ao fato de que ela era um tipo de pessoa que incomoda aos opressores, pois arrisca a sua própria vida em defesa dos oprimidos.

Este amor ao próximo assusta ao poder.

A foto acima é emblemática: um olhar sério, firme, seco, direto em seus propósitos e ao mesmo tempo terno.

Rachel Aliene Corrie nasceu em 10 de abril de 1979 na cidade de Olympia no estado de Washington. Rachel era universitária e pertencia ao Movimento pela Justiça e Paz.

Ela organizou iniciativas em memória das vítimas do onze de setembro (por ocasião do aniversário do atentado) e também da guerra no Afeganistão.

Posteriormente, Rachel viajou para Israel onde se juntou a um grupo chamado Movimento Internacional de Solidariedade.

Esta associação era formada por uma rede de ativistas pacifístas de várias nacionalidades que tentavam agir como escudo humano contra as atrocidades cometidas por Sharon nos territórios ocupados.

Uma dessas ações se ocupava de tentar bloquear, sempre de forma pacífica, os temíveis Buldozers (Escavadeira blindada tipo tanque usada por Israel para derrubar as casas de famílias palestinas. Mesmo com elas vivas lá dentro!).

Em 16 de Março de 2003, em uma ação em Rafah (fronteira de Gaza), Rachel encontrava-se juntamente com seus amigos para se opor às demolições usando apenas um megafone.

Foi quando um Buldozer jogou terra sobre ela e avançou esmagando o seu corpo e a matando na hora. Rachel subestimou o barbarismo do inimigo.

O comandante da unidade que procedia a derrubada das casas ordenou aos soldados que dirigiam os Buldozers "QUE PASSASSEM POR CIMA DE QUEM ESTIVESSE NO CAMINHO".

Estas ordens partiram diretamente de Jerusalém (fato comprovado por posterior testemunho do capitão Uri Avner, que pediu baixa do exército israelense após o caso).

E foi o que aconteceu:
Rachel, postada à frente da escavadeira numa tentativa desesperada de detê-la; morreu, esmagada pelo monstro mecânico que avançou sem piedade, não dando a menor chance dela escapar a tempo.

Relatos de testemunhas:

“Ela estava sentada na trajetória de um Buldozer, o condutor a viu e mesmo assim passou sobre ela” declarou Joseph Smith, militante pacifista americano.

“A escavadeira jogou-lhe terra por cima e depois a esmagou” disse Nicholas Dure, outro companheiro.

O exército de Israel e seus apologistas cuidaram de abafar o caso, que foi distorcido pela mídia local e pela dos EUA, tratando o crime como "imprudência de uma irresponsável defendendo um ninho de terroristas".

Mas a família e vizinhos do agricultor Hassan Din Daud, cuja casa foi afinal derrubada, e os demais ativistas presentes trataram de divulgar a verdade.

Este foi um assassinato a sangue-frio, mostrando a que ponto chegam os opressores do povo palestino mesmo contra opositores desarmados (Rachel portava apenas um megafone) e não-violentos.

O próprio governo americano se omitiu, e hoje a família Corrie busca justiça para sua filha até nas cortes internacionais de Direitos Humanos, numa tentativa incansável de obter justiça.

Rachel Corrie, de apenas 23 anos, perdeu a vida quando defendia com o seu próprio corpo as suas idéias, o seu ideal de justiça, o direito e a liberdade aos oprimidos e também o direito dos cidadãos palestinos de terem um pouco de terra.

As autoridades de Israel deram diferentes versões do acontecido, todas elas desmentindo a documentação fotográfica e os testemunhos.

Rachel e os seus companheiros denunciaram que dia após dia dezenas de casas eram destruídas na fronteira de Gaza (um total de 3.000), e que os bombardeios destruíram os poços de água que irrigavam os campos de refugiados de Rafah, não sendo possível repará-los pelos trabalhadores palestinos, pois estes estariam expostos às balas dos soldados de Israel.

Aos 10 anos de idade, Rachel deu uma pequena amostra do espírito extraordinário que ela possuía.

Veja o vídeo abaixo:


“Eu estou aqui por outras crianças
Eu estou aqui porque eu me importo!
Eu estou aqui porque as crianças em toda parte do mundo estão sofrendo e porque quarenta mil pessoas morrem a cada dia de fome.
Eu estou aqui porque essas pessoas são em sua maior parte de crianças.
Nós temos que entender que existem pobres e eles estão a nossa volta e nós os estamos ignorando.
Nós temos que entender que estas mortes são evitáveis.
Nós temos que entender que os povos nos países do terceiro mundo pensam, se importam, sorriem e choram como nós.
Nós temos que entender que eles sonham os nossos sonhos e nós sonhamos os deles.
Nós temos que entender que eles são como nós. Nós somos como eles.
Meu sonho é que não haja mais fome no ano 2000.
Meu sonho é salvar estas quarenta mil pessoas que morrem todos os dias.
Meu sonho pode ser verdadeiro se todos nós olharmos para o futuro e levarmos uma luz para brilhar lá. Se ignorarmos a fome, essa luz se apagará.”

O governo de Israel tem sistematicamente cometido crimes hediondos contra a pessoa humana sob o olhar complacente da ONU, dos países europeus e dos Estados Unidos. Por quê?

É bom lembrar aos que chamam de anti-semitas todos aqueles que criticam e acusam o governo e a política de Israel de criminosa, que pessoas corajosas e humanitárias como Rachel Corrie salvaram milhares de judeus da morte durante a 2ª guerra.

Aquela mesma morte nefasta, brutal, hedionda e covarde que foi aplicada pelos nazistas contra o povo judeu; hoje é imposta pelo governo israelense ao povo palestino.

Pessoas de diversas nacionalidades, religiões, histórias e culturas se importam com a vida humana e lutam em favor dos oprimidos.

Rachel Corrie era uma jovem que se importava e os seus sonhos eram de um incondicional amor ao próximo!

Luz é Amor
Amor é Luz
Mara


Vídeos relacionados:

Sites relacionados a Rachel Corrie:

As informações e o texto foram extraídos em sua maior parte nos sites:

Imagens:

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terça-feira, 8 de junho de 2010

Israel: Noam Chomsky


Noam Chomsky
Do The New York Times

O ataque violento de Israel à Flotilha da Liberdade que levava ajuda humanitária à Faixa de Gaza chocou o mundo.

Sequestrar barcos em águas internacionais e matar passageiros é, com certeza, um crime grave. Mas o crime não é nada novo.

Há décadas, Israel vem sequestrando barcos entre o Chipre e o Líbano e matando ou sequestrando passageiros, algumas vezes mantendo-os como reféns em prisões israelenses.

Israel supõe que pode cometer tais crimes com impunidade porque os Estados Unidos os toleram e a Europa geralmente segue a direção dos EUA.

Como os editores do The Guardian muito bem observaram em 1º de junho, "se ontem um grupo armado de piratas somalis tivesse entrado em seis barcos em alto mar, matando pelo menos 10 passageiros e ferindo muitos outros, uma força-tarefa da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) estaria se dirigindo hoje para a costa somali".

Nesse caso, o tratado da Otan determina que seus membros prestem ajuda a um país companheiro na Otan - a Turquia - atacado em alto mar.

O pretexto de Israel para o ataque foi que a Flotilha da Liberdade estava transportando materiais que o Hamas poderia usar para construir bunkers e lançar foguetes contra Israel.

O pretexto não é crível, Israel pode facilmente colocar um fim na ameaça dos foguetes por meios pacíficos.

O contexto histórico é importante. O Hamas foi considerado uma maior ameaça terrorista quando venceu uma eleição livre em janeiro de 2006. Os Estados Unidos e Israel reforçaram suas punições de palestinos, agora pelo crime de votarem da forma errada.

O cerco a Gaza, incluindo um bloqueio naval, foi uma consequência. O cerco se intensificou acentuadamente em junho de 2007, depois que uma guerra civil colocou o Hamas no controle do território.

O que é comumente descrito com um golpe militar do Hamas foi, na verdade, incitado pelos Estados Unidos e por Israel, em uma rude tentativa de reverter as eleições que tinham levado o Hamas ao poder.

Isso é de conhecimento público desde pelo menos abril de 2008, quando David Rose relatou na Vanity Fair que George W. Bush, a conselheira de Segurança Nacional Condoleezza Rice e seu vice, Elliott Abrams, "apoiaram uma força armada sob o comando do homem forte do Fatah Muhammad Dahlan, desencadeando uma sangrenta guerra civil em Gaza e deixando o Hamas mais forte do que nunca". O terror do Hamas incluía lançar foguetes nas cidades israelenses próximas - ato criminoso, sem dúvida, embora seja apenas uma minúscula fração dos crimes rotineiros dos Estados Unidos e de Israel em Gaza.

Em junho de 2008, Israel e o Hamas firmaram um acordo de cessar-fogo. O governo israelense o reconheceu formalmente até que Israel quebrou o acordo em 4 de novembro daquele ano, invadindo Gaza e matando meia dúzia de ativistas do Hamas. O Hamas não disparou um único foguete.

O Hamas propôs renovar o cessar-fogo. O gabinete israelense avaliou a oferta e a rejeitou, preferindo lançar sua invasão assassina de Gaza em 27 de dezembro.

Assim como outros estados, Israel tem o direito à autodefesa. Mas Israel tinha o direito de usar a força em Gaza em nome da autodefesa? A lei internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas, não apresenta ambiguidades: uma nação tem esse direito apenas se esgotou os meios pacíficos. Neste caso, tais meios não foram sequer tentados, embora - ou talvez porque - houvesse todas as razões para se supor que teriam funcionando.

Dessa forma, a invasão foi uma agressão claramente criminosa, e o mesmo pode ser dito sobre Israel ter recorrido à força contra a flotilha.

O cerco é brutal, destinado a manter os animais enjaulados quase mortos com o objetivo de evitar o protesto internacional, mas não mais do que isso. É o último estágio dos antigos planos israelenses, respaldados pelos Estados Unidos, para separar Gaza da Cisjordânia.

A jornalista israelense Amira Hass, uma importante especialista em Gaza, descreve a história do processo de separação: "as restrições ao movimento palestino que Israel introduziu em janeiro de 1991 reverteram um processo iniciado em junho de 1967.

Naquela época - e pela primeira vez desde 1948 -, grande parte da população palestina vivia novamente no território aberto de um único país - sem dúvida, um país que estava ocupado, mas, no entanto, estava inteiro".

Hass conclui: "A separação total da Faixa de Gaza da Cisjordânia é uma das maiores realizações da política israelense, cujo objetivo preponderante é evitar uma solução baseada em decisões e entendimentos internacionais e, em vez disso, ditar um acordo baseado na superioridade militar de Israel".

A Flotilha da Liberdade desafiou essa política e, por isso, deve ser esmagada.
Um esquema para encerrar o conflito árabe-israelense existe desde 1976, quando os países árabes introduziram uma resolução do Conselho de Segurança exigindo o estabelecimento de dois estados na fronteira internacional, incluindo todas as garantias de segurança da Resolução 242 das Nações Unidas, adotada depois da guerra de junho de 1967.

Os princípios essenciais são virtualmente apoiados pelo mundo todo, incluindo a Liga Árabe, a Organização dos Estados Islâmicos (incluindo o Irã) e protagonistas importantes que não são estados, incluindo o Hamas.

Mas os Estados Unidos e Israel lideraram a rejeição a esse arranjo por três décadas, com uma exceção crucial e altamente instrutiva. Em seu último mês no cargo, em janeiro de 2001, o presidente Bill Clinton iniciou em Taba, no Egito, as negociações entre israelenses e palestinos, que quase chegaram a um acordo, anunciaram os participantes, até que Israel encerrou as negociações.
Hoje, o legado cruel de uma paz fracassada continua a existir.

O cumprimento da lei internacional não pode ser exigido contra os estados poderosos, a menos que por seus próprios cidadãos. Isso é sempre uma tarefa difícil, particularmente quando a opinião articulada declara que o crime seja legitimado, seja explicitamente ou por meio da adoção tácita de um sistema criminal - o que é mais insidioso, porque torna os crimes invisíveis.


Noam Chomsky é professor emérito de lingüística e filosofia no Instituto de Tecnologia de Massachusetts em Cambridge, Massachusetts. Artigo distribuído pelo The New York Times Syndicate.

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quarta-feira, 2 de junho de 2010

Gaza - Operação Chumbo Impune


Para se justificar, o terrorismo do Estado fabrica terroristas: semeia ódio e colhe álibis. Tudo indica que esta carnificina de Gaza, que segundo seus autores quer acabar com os terroristas, conseguirá multiplicá-los.

Desde 1948, os palestinos vivem condenados à humilhação perpétua. Não podem nem respirar sem permissão. Perderam sua pátria, suas terras, sua água, sua liberdade, seu tudo. Sequer tem o direito de escolher seus governantes. Quando votam em quem não devem votar, são punidos. Gaza está sendo punida. Converteu-se em uma ratoeira sem saída, desde que o Hamas ganhou de forma justa as eleições no ano de 2006. Algo semelhante ocorreu em 1932, quando o Partido Comunista ganhou as eleições em El Salvador. Banhados em sangue, os salvadorenhos expiaram sua má conduta e desde então viveram submetidos às ditaduras militares. A democracia é um luxo que nem todos merecem.

São filhos da impotência, os foguetes caseiros que os militantes do Hamas, encurralados em Gaza, disparam com pouca pontaria sobre as terras que eram palestinas e que a ocupação israelense usurpou. E o desespero, à beira da loucura suicida, é a mãe das bravatas que negam o direito à existência de Israel, gritos sem nenhuma eficácia, enquanto a muito eficiente guerra de extermínio vem negando, há anos, o direito à existência da Palestina.

Pouca Palestina resta. Passo a passo, Israel a está exterminando do mapa.

Os colonos invadem, e atrás deles os soldados vão consertando a fronteira. As balas consagram os restos mortais, em legítima defesa.

Não há guerra agressiva que não diga ser guerra defensiva. Hitler invadiu a Polônia para evitar que esta invadisse à Alemanha. Bush invadiu o Iraque para evitar que este invadisse o mundo. Em cada uma das suas guerras defensivas, Israel engoliu outro pedaço da Palestina e, os almoços seguem. A comilança se justifica pelos títulos de propriedade que a Bíblia outorgou, pelos dois mil anos de perseguição que o povo judeu sofreu, e pelo pânico gerado pelos palestinos na espreita.

Israel é o país que jamais cumpre as recomendações nem as resoluções das Nações Unidas, e que nunca acata as sentenças dos tribunais internacionais, que zomba do direito internacional, e é também o único país que legalizou a tortura dos prisioneiros.

Quem lhe deu o direito de negar todos os direitos? De onde vem a impunidade com que Israel está executando a matança de Gaza? O governo espanhol não poderia bombardear impunemente o País Basco para acabar com o ETA, nem o governo britânico poderia devastar a Irlanda para liquidar ao IRA. Por acaso a tragédia do Holocausto implica uma apólice de eterna impunidade? Ou esse sinal verde provêm da potência manda chuva que tem em Israel o mais incondicional dos seus servos?

O exército israelense, o mais moderno e sofisticado do mundo, sabe quem mata. Não mata por erro. Mata por horror. As vítimas civis são chamadas de danos colaterais, segundo o dicionário de outras guerras imperiais. Em Gaza, de cada dez danos colaterais, três são crianças. E somam-se os milhares de mutilados, vítimas da tecnologia do esquartejamento humando, que a indústria militar está testando com êxito nesta operação de limpeza étnica.

E como sempre, sempre o mesmo: em Gaza, cem a um. A cada cem palestinos mortos, há um israelense.

Gente perigosa, adverte outro bombardeio, a cargo dos meios massivos de manipulação, que nos chamam a acreditar que uma vida israelense vale tanto quanto cem vidas palestinas. E esses meios também nos chamam a crer que são humanitárias as duzentas bombas atômicas de Israel, e que uma potência nuclear chamada Irã foi a que devastou Hiroshima e Nagasaki.

A chamada comunidade internacional, existe?

É algo mais que um clube de mercadores, banqueiros e guerreiros? É algo mais que o nome artístico que os EUA se auto denominam quando fazem teatro?

Diante da tragédia de Gaza, a hipocrisia mundial aparece mais uma vez. Como sempre, a indiferença, os discursos vazios, as declarações ocas, as declamações bombásticas, as posturas ambíguas, rendem tributo à sagrada impunidade.

Diante da tragédia de Gaza, os países árabes lavam suas mãos. Como sempre. E como sempre, os países europeus esfregam as mãos.

A velha Europa, tão capaz de beleza e de perversidade, derrama uma que outra lágrima enquanto secretamente celebra esta jogada de mestre. Porque a caça aos judeus foi sempre um costume europeu, mas há meio século atrás essa dívida histórica está sendo cobrada dos palestinos, que também são semitas e que nunca foram, nem são, anti semitas.

Eles estão pagando, com sangue, uma conta alheia.

Eduardo Galeano

Fonte: http://www.tijolaco.com/?p=17274
Nota: Eduardo Hughes Galeano (foto) nasceu em Montevidéu em 3 de setembro de 1940. Ele é jornalista e escritor uruguaio. É autor de mais de quarenta livros, que já foram traduzidos em diversos idiomas. Suas obras transcendem gêneros ortodoxos, combinando ficção, jornalismo, análise política e História

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sexta-feira, 23 de abril de 2010

A Natureza através dos Números - Fantástico !

Nature by Numbers from Cristóbal Vila on Vimeo.

Fonte: http://www.etereaestudios.com/index.html


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sábado, 10 de abril de 2010

Informações Importantes sobre a Gripe A

CAMPANAS - OS SINOS DOBRAN PELA GRIPE A - PORTUGUÉS from ALISH on Vimeo.


TERESA FORCADES, doutora em Saúde Pública, faz uma reflexão sobre a história da GRIPE A, dando informações científicas e enumerando as irregularidades envolvidas no assunto.
Explica as consequências da declaração de PANDEMIA e suas implicações políticas. Além disso, faz uma proposta para manter a calma, convocando-nos a ativar urgentemente os mecanismos legais e de participação cidadã relacionados ao tema.

Fonte: http://vimeo.com/7965935

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quinta-feira, 4 de março de 2010

Swami Dayananda Saraswati: A jornada ao cerne da compaixão



Escolha o idioma das legendas clicando em "View subtitles.
Tempo total do vídeo: 17:15 minutos
Fonte:
http://www.ted.com/talks/lang/por_br/swami_dayananda_saraswati.html

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domingo, 17 de janeiro de 2010

Haiti

Na organização das energias da Terra encontramos um reflexo da guerra nas estrelas.

Enquanto a maior parte da população dorme no profundo sono da ignorância e da falta de informação, submetendo-se a todo tipo de mídia que controla e suprime o livre pensar, chegamos à conclusão de que se sabe muito pouco das razões das misérias do mundo entre elas as guerras e, em especial, as manipulações políticas.

Estas manipulações vão além, muito além do conhecimento comum do homem.

O que realmente aconteceu no Haiti? Uma simples acomodação de placas tectônicas tendo o seu epicentro exatamente na capital? Ou seja, em um lugar absolutamente improvável? Teria realmente sido uma catástrofe natural?

Até que ponto o homem não poderia manipular as energias extraídas da própria “Natureza Mãe” em uma escala absurda?

É sabido que os EUA possuem uma tecnologia para enviar quantidades sem precedentes de energia na atmosfera da Terra (mais precisamente na ionosfera). Esta energia seria capaz de: modificar o clima em qualquer ponto da Terra provocando catástrofes climáticas em diferentes escalas e também a de produzir terremotos através de ressonância.

Há inúmeros vídeos (alguns merecem uma investigação profunda) e matérias sobre esta tecnologia intitulada HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program) financiada e mantida pelo Pentágono e pela Força Aérea Americana. O que há por trás disso, afinal?

Os EUA jamais permitiram que o Haiti tivesse um governo realmente democrático e reformista (Leia esta matéria: http://www.viomundo.com.br/arquivo/voce-escreve/a-incapacitacao-do-haiti/
)

É hora de refletirmos profundamente e termos a coragem de conhecer o que paira pelo ar.

Portanto, não podemos cruzar os braços e, num ato de abstração, omitirmos o que um grupo de homens esteja fazendo com o nosso já tão cansado planeta.

Nossa mãe Gaia não pertence à meia dúzia de malfeitores multifacetados, aliás, por facetas bem conhecidas. Então o que nos resta?

Pedir ajuda em forma de oração as hierarquias só não basta! Temos que agir!

Em contrapartida a essas energias brutas e letais existe uma energia divinizada que se chama Amor e é o útero de todas as possibilidades de cura.

Como dizia Cristo: Orai e vigiai.

Sabemos o seu verdadeiro significado e o quanto há de força nesta energia Crística.

É hora de nos unirmos profundamente em um só coração!

Luz é Amor
Amor é Luz
Mara

C.G. Jung dizia:
Não posso provar que Deus existe, mas o meu trabalho provou empiricamente que o “padrão de Deus” existe em cada Homem, e que esse padrão (pattern) é a maior energia transformadora de que a vida é capaz de dispor ao indivíduo.
Encontrem esse padrão em você mesmo e a vida será transformada.

Fonte (Vídeo): http://www.channel4.com/news/

HAARP - Vídeos para consulta:

http://www.youtube.com/watch?v=urdPMJ-zUl8

http://www.youtube.com/watch?v=xhwYAu04HMo

http://www.youtube.com/user/fimdostemposnet#p/u/0/INY2-ZEsYHw

http://www.youtube.com/watch?v=MnRPZOUVhJ4


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sábado, 16 de janeiro de 2010

Exercícios com o Pai-Nosso dos Essênios

As Chaves para a aceitação do nosso destino

As Chaves para a aceitação do nosso destino se consagra a partir do momento em que ocorre uma tomada de consciência do nosso papel como humanos e o papel que designa a nossa natureza do estar no planeta aqui e agora.

Alguns cortes de natureza sentimental tais como: perdas, ou partidas de pessoas muito queridas, nos remete a outros planos de reconhecimento e identificação do nosso papel como destino, carma ou “caminho”.

Remete-nos a responsabilidades emergenciais, como as que o nosso planeta esta passando neste momento.

A doce ilusão de um fio dourado partido neste momento da minha vida trouxe-me um propósito e uma experiência inigualável. Assim, será um prazer supremo demonstrar o amor recebido pela doação deste “Ser” nossa única “Mãe genética e Espiritual do Caminho”.

A experiência produziu imagens, cores e sons bem significativos para o meu trabalho diário, com resultados surpreendentes.

Ao experienciar mantras budistas durante um período muito longo trouxe resultados muito produtivos. Ao mesclar mantras bem conhecidos como o Pai-Nosso em aramaico em conjunto com os mantras budistas conduziram-me a veredas de lugares distantes, porém, bem conhecidos de minha consciência cósmica.

É uma viagem, um descanso, uma paz pouco reconhecida quando estamos em estado de alerta.

É uma bem aventurança, uma identificação verdadeira do que somos e quem somos.

Jesus criou o Pai Nosso, para haver uma ligação direta com o todo, com o Universo Maior e com o nosso próprio “SER”. Ele ensinou o Pai-Nosso aos seus discípulos numa noite linda de lua cheia. Todos estavam sentados e Jesus ficou andando no meio deles, batendo palmas e praticando a meditação. Várias escolas contam, inclusive, que ele dançava.

Foram os primeiros apóstolos que divulgaram a oração pelo mundo através de uma tradição oral feita também por Judeus, rabinos e escolas de mistérios. Algumas escolas de meditadores acreditam que Jesus também se utilizava de Mantras curtos para auxiliar a iluminação de seus seguidores.

Uma das escolas que permaneceu muito tempo secreta chama-se “Abbayatta” e se utiliza o som “Abba”, que significa “Pai e Mãe”.

1. Técnica: ÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁBÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ (entoe o som na expiração ou faça-o mentalmente).

2. Técnica: Fique em silêncio, escureça o ambiente, repita varias vezes a palavra Abba, Abba, Abba, Abba...

3. Técnica: Visualiza a “Mão do Criador” desenhando a palavra “Abba” no teu coração, sempre mentalizando ou entoando Aaaaaaabbbbbbbaaaaaaa. Outra técnica transmitida nas escolas “Essenicas” é que Jesus se utilizava do Mantra “Maranatta” ou “Maran/Atta” que é traduzido como: “Deus/Deusa venha”. Até os dias de hoje existe uma escola secular de Meditação chamada “Escola Maranata”.

4. Pratica: Mentalizando ou Vocalizando, sempre imaginando que esta sendo possuído por esta palavra, pelo lado direito e esquerdo, por cima e por baixo, ou seja, norteando os quatro pontos cardeais: “MarannnnnnAaaaaaataaaa”.

5. Tanto esse Mantra como o Pai-Nosso podem ser utilizados para purificação; é como banhar-se nas águas sagradas da Criação / Purificação.

6. Os Essênios tinham essa prática de sempre se banharem, como um gesto de profunda limpeza, a pensar que somos seres repetitivos, só assim então marcaremos nossa “Alma” com a força destas energias Mântricas.

Na escola Ortodoxa existe uma escola de Mantras chamada “Escola do Coração” que ensina a orar com o nome de Jesus; Ex.: Jesus, Jesus, Jesus, Jesus...
Acredito que o ideal seria a utilização desse nome em Hebraico, Grego, latim, etc., pois são línguas fortes.

Prática: Joshua, Joshua, Joshua, Joshua, Joshua...
“Joshua” significa “Filho” e era como se chamava Jesus – (Joshua Bem Josefh - o Filho de José). A escola de oração ocidental chamado “Terço Bizantino” que se originou de um peregrino Russo não identificado, que se utilizava do “Cikotki” (terço ou rosário) para meditar no nome de "Joshua".

Na pratica desses nomes, seja Jesus ou Joshua, é necessário que haja um conceito Hebraico chamado “Cavaná”, que pode ser traduzido como “fazer com o coração”, recolhido, meditativo, com atenção maior e não maneira mecânica. Todas estas práticas devem ser muito íntimas e profundas, pois Jesus meditava na palavra “Abba” como algo muito íntimo, muito próximo ao mesmo tempo e não como um Deus/Deusa impessoal, sentado em um trono distante no céu.

Há uma Meditação com o Pai-Nosso em Escolas de Alquimia, onde esta oração “alquimiza” realmente o praticante, que acalma e eleva muito nossa consciência si praticada com bastante concentração e entrega.

Prática:
Respira-se fundo e diz-se: “Pai”, solta-se o ar, sempre respirando a cada frase dizendo: “Nosso que estais nos céus”, respirando novamente; “Santificado seja”, respira: “O Vosso Nome”, continua respirando, e assim até o final da oração.
É uma técnica muito lenta e profunda.

Outra técnica muito utilizada por Santo Ignácio de Loyola era:

“Pai”: O que é Pai? O que é Mãe? O que é o grande Mistério?
“Nosso”: Por que é nosso? Será que sinto todos os seres vivos como irmãos?
“Reino”: O que é o Reino de Deus/Deusa?
“Céus”: Como se fazer o céu na terra? O que é o céu em mim? Há outros céus?
...E segue-se a prática meditando-se em todas as passagens.

A Oração do Pai-Nosso com Postura Corporal:

Há uma pratica com o Pai Nosso, da tradição “Abbayata” – da sociedade “Alka Abbaya” que é muito poderosa e envolve posturas corporais:

Primeiro exercício: Orando com o corpo o nome de “Abba-Abba” é o nome de Deus em aramaico usado por Jesus.
Faça uma purificação simbólica do corpo lavando as mãos ou tomando um banho completo.

Prepare o local para orar.

Fique de pé, com as mãos ao longo do corpo e feche os olhos.

Vocalize:

Aaaaaaabbbbaaaaaaa (de maneira calma e profunda) por 4 vezes – coloque as mãos nos joelhos, incline o corpo parta a frente e vocalize: Aaaaaaabbbbaaaaaaa (de maneira calma e profunda) 4 vezes. Ajoelhe, sente sobre os calcanhares e coloque as mãos nos joelhos e vocalize mais 4 vezes.

Deite com o rosto por terra, coloque as mãos ao lado das orelhas e diga mais 4 vezes.

Ajoelhe, sente sobre os calcanhares e coloque as mãos sobre os joelhos e repita o nome de Abba por 17 vezes. – Deite o rosto por terra, coloque as mãos ao lado das orelhas e fique em silêncio por alguns minutos. Pratique com os olhos fechados. Utilize um contador ou um terço de madeira de 33 contas.

Encerre dizendo Amém, Amém, Amém e Amém as quatro direções.

Luz é Amor
Amor é Luz
Mara
Imagem: http://www.yaneverknowwhat.net

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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Zilda Arns: Dedicatória

As Bem-Aventuranças de Qumran:

Bem Aventurados aqueles que dizem a verdade com o coração puro, e não caluniam com suas línguas.

Bem-Aventurados aqueles que se apegam às Leis de Deus e não se apegam a caminhos perversos.

Bem-Aventurados aqueles que se regozijam nelas (Leis) e não indagam em caminhos loucos.

Bem-Aventurados aqueles que a buscam (Leis) com as mãos puras e não a solicitam com o coração traidor.

Bem-Aventurados os homens que alcançam a sabedoria, e aplicam seus corações em seus caminhos, e se obrigam à sua disciplina, e em suas correções sempre se contentam, e não a abandona nas aflições dos seus males, e no tempo da angustia não a despreza, e não a esquece nos dias de espanto, e na aflição de sua alma não a aborrece, pois sempre pensa nela. E em seu mau ela medita (a Lei), e durante toda a sua existência pensa nela, E põe perante seus olhos. Para não marchar pelos caminhos da maldade.

Fragmento traduzido dos rolos do Mar Morto
Fragmento 2, coluna II – 4 Q 525

Imagem: Interior da Caverna 4 em Qumran (Jerusalém) http://www.jerusalemperspective.com

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Zilda Arns: Compaixão

Compaixão é o decifrado nome para idealizar a imagem da Dra. Zilda Arns, vítima do terremoto que assolou o Haiti.

Ela doou a melhor das sementes, sementes de vida.


Mãe em todos os absolutos sentidos. Doou a si mesma como a Luz que se refrata em arco-íris.

Não deveríamos pedir um minuto de silêncio, mas horas ou dias; o tempo suficiente para refletirmos sobre as nossas vidas, as nossas atitudes e preceitos.


Atitudes que conhecemos tão bem e, ao mesmo tempo, não conhecemos, como também, não seguimos.

Bem Aventurados os puros de coração ...e de Atitudes!!!


Esta é a mais dura das verdades que nos corroe as entranhas do nosso cerne.

Por que ainda não somos capazes de sair do sono profundo do lodo em que dormimos. Metafórico?!

Luz é Amor
Amor é Luz
Mara




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Último discurso de Sathya Sai Baba: Eu sou o Eu, Eu sou o Atma


Data: 25/12/2009 – Ocasião: Natal – Local: Prasanthi Nilayam

O sol surge sereno e tranquilo.
Os dias se tornaram mais curtos,
E o vento frio está soprando.
(Poema em télugo)

Esta estação festiva traz prosperidade para todas as pessoas, enchendo os celeiros dos agricultores com os grãos recém-colhidos em abundância. Não somente os agricultores, mas as pessoas em geral, sentem-se felizes e usufruem desta época. As pessoas atribuem sua felicidade e prosperidade a Deus.

Onde está Deus? Deus está em toda parte. É onipresente: em vocês, acima, abaixo e ao seu redor. Não tem nome ou forma particular. Não nasce nem morre. Só quando há nascimento é que a morte existe também! Portanto, Deus não tem nascimento nem morte! Está presente em cada ser vivo como Atma Swarupa (Encarnação do Divino Atma). Atualmente, o ser humano é incapaz de compreender esse Atma Tattwa (Princípio do Atma).

Bharat (Índia) é uma terra sagrada. Foi o berço de muitas almas nobres e mulheres castas.
Esta terra de Bharat foi o berço de muitas mulheres nobres, como
Savitri, que trouxe o seu marido morto de volta à vida;
Chandramati, que apagou o fogo selvagem com o poder da verdade;
Sita, que provou sua castidade saindo incólume das chamas do fogo, e
Damayanti, que reduziu a cinzas um caçador perverso com o poder de sua castidade.
Esta terra de piedade e nobreza alcançou plenitude e prosperidade e
Tornou-se a mentora de todas as nações do mundo por causa dessas mulheres castas.
(Poema em télugo)

Sri Rama libertou Sita do cativeiro do demônio Ravana, que a confinou em Lanka durante dez meses. Rama tomou-a sob sua guarda após submetê-la ao teste do fogo. O deus do fogo apresentou-a diante de Rama, dizendo: “Ó Rama, Sita é uma grande mulher casta. É tão devotada ao seu esposo que não olhou sequer uma vez para o rosto de outro homem em todos esses dez meses”. Sita saiu ilesa das chamas, e o próprio deus do fogo atestou sua castidade.

Pode-se imaginar quão grande e nobre ela era! Pode haver alguém semelhante a essa mulher em algum outro país do mundo?

O país de Bharat (Índia) está situado no centro dos sete mares. Cada homem e mulher neste país devem conduzir-se como Purushotthama (homem nobre) e Pativratha (mulher casta) respectivamente. Não é de admirar-se que vários Avatares (encarnações) tenham nascido nesta terra sagrada. Grandes homens, mulheres e almas nobres podem nascer em qualquer país. Mas Avatares nascem somente no país de Bharat.

Atualmente, as pessoas aspiram por tudo neste mundo, exceto por Deus. As pessoas deixam até mesmo a sua pátria em busca de riquezas e dinheiro. Esse não é um desenvolvimento positivo, especialmente para os Bharatiyas (indianos) já que deles se espera que sobrepujem o desejo pelo dinheiro. Deus é Aquele que sempre dá; nunca tira. Deus nos deseja somente amor, nada mais. O país de Bharat é muito nobre e sagrado, mas as pessoas o estão deixando em busca de melhores oportunidades em outros lugares. Entretanto, aqueles de coração puro e imaculado são apegados a sua terra natal.

Tudo o que Deus espera de seus devotos é um coração puro e sagrado.
As pessoas atribuem a Deus diferentes nomes e formas. De fato, Deus é somente um. Está além de todos os nomes e formas. Assume um nome e uma forma de acordo com o desejo e a aspiração de um determinado devoto. Quando vocês O contemplam na forma de Jesus e desejam vê-lo nessa forma, manifesta-se a vocês como Jesus.

Sarvatah Panipadam Tat Sarvathokshi Siromukham, Sarvatah Sruthimalloke Sarvamavruthya Tishthati (com as mãos, pés, olhos, cabeça, boca e ouvidos permeando tudo, Ele permeia todo o universo). Deus está presente em cada ser humano e não em cada ser vivo. Daivam Manusha Rupena (Deus está na forma de um ser humano). Essa é a razão pela qual os valores humanos são considerados tão sagrados e importantes. Não é suficiente possuir simplesmente um corpo humano. Ao tomar a forma humana, deve-se também cultivar os valores humanos de Sathya (Verdade), Dharma (Retidão), Santhi (Paz), Prema (Amor) e Ahimsa (Não violência).

Vocês não devem mentir sob quaisquer circunstâncias. Se aderirem à Verdade, a Retidão a seguirá. Onde a Verdade e a Retidão andam juntas, haverá paz. Onde houver Paz, também haverá Amor. Não há espaço para a violência onde há Amor. Infelizmente, hoje em dia, existe violência em toda parte, devido à ausência de Amor entre as pessoas. Com quem quer que cruzem nestes dias, há intranquilidade e agitação. As pessoas praticam japa (repetição do Nome de Deus) e tapa (penitência, austeridades) para obter a paz, mas não há paz em lugar algum. Para onde se olha, só há pás, pás, pás!

É preciso desenvolver o Amor para alcançar a Paz. Antes de qualquer coisa, é preciso desenvolver o Amor. “Amor é Deus, Deus é Amor”. “Verdade é Deus, Deus é Verdade”. Verdade e Amor são realmente encarnação da Divindade. Apesar de Deus ser um, as pessoas atribuem-Lhe nomes diferentes como Rama, Krishna, Govinda e Narayana. Os diferentes nomes e formas atribuídas a Deus são produto da imaginação de poetas e pintores. Por exemplo, Ravi Varma pintou Deus em formas diferentes, baseado em sua imaginação. Mas Deus não pode ser limitado a um nome ou forma particular. Todos os nomes e formas são d’Ele e Ele também as transcende! Deus é imanente em todas as espécies vivas, inclusive nos seres humanos. Toda a criação é manifestação da Divindade.

Deus não tem desejos e aspirações. É altruísta. Tudo, no mundo externo, é reação, reflexo e ressonância de Seu ser interno. Isto é um tecido (mostrando um lenço). Falando estritamente, isto não é um tecido; é um conjunto de fios. Os fios tecidos em conjunto assumem a forma de um tecido. Igualmente, os pensamentos e desejos do ser humano formam a mente. Esses, por sua vez, expressam-se na forma de linguagem. As palavras levam à ação por intermédio dos órgãos dos sentidos. Nesse processo, os homens mantêm alguns maus pensamentos e sentimentos.

Por que Deus deu olhos ao ser humano? Somente para ver o bem. Igualmente, os ouvidos são para ouvir coisas boas e a língua para dizer boas palavras. As palavras que vocês dizem devem ser sempre doces e suaves, nunca ásperas. Logo, considerem sagrado cada membro e órgão do corpo que lhes foi dado por Deus e usem-no adequadamente. Um corpo tão sagrado deve ser dedicado a Deus e a ninguém mais. Deus lhes dá tudo que é necessário para a sua existência.

Devem, portanto, instalar Deus no altar do seu coração puro e sagrado.
Deus é onipresente. O Céu é Deus e a Terra é Deus. Todos os seres humanos são encarnações da Divindade. Deus é imanente em cada ser humano na forma da respiração (Soham). O homem deve compreender essa verdade. Só quando compreenderem a verdadeira natureza de Deus é que poderão considerar que adquiriram jnana (sabedoria).
Sabedoria não é mero conhecimento livresco. Algumas pessoas instruídas adquiriram vasto conhecimento a partir dos livros, mas qual delas é um jnani (alma liberta) no verdadeiro sentido?

Somente quem compreendeu que “Eu não sou o corpo, não sou a mente; sou Deus” é um verdadeiro jnani.

Quando dizem: “Este é o meu corpo”, quem são vocês? A quem se estão referindo? A expressão “meu corpo” dá a entender que estão separados do corpo. Quando dizem: “Esta é a minha mente”, a mente está separada de vocês. Da mesma forma, quando dizem: “Este é o meu buddhi (intelecto)”, significa que buddhi está separado de vocês. Em todas essas expressões, o que é esse “meu”? Que “meu” sou “eu”. Esse “eu” foi mencionado por Jesus Cristo como o ego e deve ser suprimido. Esse é o verdadeiro significado da cruz. É eliminar o ego.

Vocês são limitados por dois aspectos: o “eu” e o “meu”. Essa é a escravidão humana. Se puderem libertar-se desses dois vínculos, o que permanece são unicamente vocês. Agora estão com o seu corpo. Suponham que devem deixar o corpo amanhã. Neste momento, quem são vocês, onde estão vocês? Não sabem! O corpo é como uma vestimenta, um manto. Quando se livrarem dessa vestimenta, sua verdadeira natureza aparecerá.

A mesma verdade foi explicada nesta frase: “Aquele que você pensa que é, aquele que os outros pensam que você é e aquele que você realmente é”. Essa é a verdadeira natureza do ser humano.

Quando alguém pergunta quem são vocês, costumam responder: “Eu sou fulano de tal”. Dirão seu nome. Na realidade, esse nome lhes foi dado por seus pais, e não por Deus, quando vocês nasceram.

Suponham que perguntem a Deus: “Quem é você?” Ele responderá: “Aham Brahmasmi (Eu sou Brahman). Cada indivíduo deve lembrar-se: “Eu sou Brahman, não tenho outro nome”. Se alguém perguntar: “Qual é o seu nome?”, devem responder, “Meu nome é Brahman”. Se estiverem constantemente conscientes de sua verdadeira natureza, isto é Atma Tattwa. Não precisarão contemplar em algo mais.

Sempre que encontram um amigo ou um conhecido, cumprimentam-no com um Namaskar. Isso significa que, de fato, estão reverenciando a Divindade imanente na pessoa. Portanto, não abriguem o sentimento de “eu”, “eu”, “eu”. Todos esses corpos físicos são como papeis desempenhados em um drama. Eles se modificam. O próprio mundo é um drama cósmico.

Lembrem-se, continuamente, de que estão representando seu papel no drama cósmico e de que sua natureza verdadeira é que você é uma Encarnação do Divino Ser (Atma Swarupa). Vocês têm alguma dúvida a esse respeito? (Swami perguntou, virando-se para a audiência...). Se conservarem qualquer dúvida, ficarão confusos.

Infelizmente, hoje em dia, as pessoas desconhecem sua verdadeira natureza. Como, então, poderão saber sobre Deus? Portanto, em primeiro lugar, perguntem a si mesmos: “Quem sou eu? Quem sou eu?” Vocês compreenderão que “Eu sou Eu, sou o Atma”, “Eu sou Eu, sou o Atma”, “Eu sou Eu, sou o Atma”. Caso se esqueçam desse Eu Divino, o que permanece é apenas o ego. Portanto, sejam divinos.

Rama, Krishna, Govinda etc. são somente referências à Divindade na linguagem comum. Uma pessoa é chamada por vários nomes, com base no relacionamento do nível físico. Uma pessoa refere-se a ela dizendo: “Ele é meu genro”. Outra diz: “Ele é meu filho”. Uma terceira pessoa diz, “Ele é meu irmão”. Assim, as ligações acontecem na medida em que os relacionamentos aumentam. De onde surgem essas ligações? Tudo é produto de vocês mesmos.

Vocês casam-se com uma moça e dizem: “Ela é minha esposa”. Mas, antes do casamento, quem era ela? Vocês não sabem. Depois de alguns anos, quando ela afinal partir definitivamente, nada saberão sobre ela. Portanto, não sabem quem era ela antes do casamento ou para onde foi após sua partida. A relação do casal existe somente no intervalo entre esses fatos.

Portanto, não se aflijam sobre o passado. O passado é passado, e o futuro é incerto. Vocês não sabem, não têm conhecimento, seja do passado ou do futuro; estão conscientes somente do presente. Logo, vivam no presente. Essa é a única realidade.
(Bhagawan concluiu Seu discurso com o bhajan, “Hari bhajan bina sukha santhi nahin…)

Tradução e revisão da Coordenação de Publicação
Conselho Central do Brasil
Fonte: http://www.sathyasai.org/discour/2009/d091225.html

Fonte: Organização Sri Sathya Sai do Brasil www.sathyasai.org.br
Imagem de Sathya Sai Baba: http://namaha.wordpress.com/

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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Zilda Arns: Uma perda irreparável

Zilda Arns foi médica pediatra e sanitarista, foi fundadora da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa. Esteve presente em todos os estados do Brasil e em mais 20 países.

A Pastoral da Criança tem mais de 240 mil voluntários capacitados atuando em 40.853 mil comunidades em 4.016 municípios.

Dra. Zilda acompanhou quase 95 mil gestantes e mais de 1,6 milhão de crianças pobres menores de seis anos.

Pelo seu trabalho na área social, Zilda Arns recebeu condecorações tais como:

Woodrow Wilson, da Woodrow Wilson Fundation, em 2007; o Opus Prize, da Opus Prize Foundation (EUA), pelo inovador programa de saúde pública que ajuda a milhares de famílias carentes, em 2006; Heroína da Saúde Pública das Américas (OPAS/2002);

Personalidade Brasileira de Destaque no Trabalho em Prol da Saúde da Criança (Unicef/1988); Prêmio Humanitário (Lions Club Internacional/1997); entre outros prêmios.

Partiu aos 75 anos em um dos países mais miseráveis da Terra.

Uma mulher corajosa que perdeu a vida na frente de combate contra a miséria e as consequências que ela traz. Fará muita falta aos mais pobres, humildes e desamparados. Aos mais ricos que detêm o poder no mundo não fará diferença.

Deus em sua infinita bondade e justiça lhe dará um lugar privilegiado.

Luz é Amor
Amor é Luz
Mara

Fonte de Dados: O Estado de São Paulo e http://www.gaudiumpress.org/
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=6ahujqkCWVk&feature=player_embedded


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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Jesus Cristo

“Quando Jesus nasceu, três reis magos seguiram uma estrela para alcançar seu local de nascimento.
Vendo o bebê recém-nascido, curvaram-se em seus corações diante da criança divina. Um sábio disse a Maria: ‘Ele ama a Deus’.
O segundo sábio disse: ‘Deus o ama.’
O terceiro homem disse: ‘Ele é Deus’.
Qual é o significado interior desses três pronunciamentos sobre Jesus?
A primeira declaração implica que Jesus é um mensageiro de Deus.
Um mensageiro pode amar seu mestre, mas o mestre pode não amar tão facilmente seu mensageiro.
A segunda declaração implica que ele é o filho de Deus, pois um pai ama seu filho mais querido. A terceira declaração proclama a unidade do Pai e do Filho. Isso significa que, como o Filho de Deus, ele tem o direito de ascender ao lugar de seu pai.”


SATHYA SAI BABA

Fonte: http://www.sathyasai.org.br/
Imagem: http://www.artofjesuschrist.com/

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Nam Myoho Rengue Kyo e Os 10 Estados da Vida


Vídeo: Nam Myoho Rengue Kyo e Os 10 Estados da Vida
URL: http://www.youtube.com/watch?v=GqWUN9PnEiw&feature=player_embedded#

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Tradução do Gongyo

Clique abaixo para ouvir este belíssimo áudio:



Fonte: http://www.budanaweb.com/
Narração: Bruno Padilha

Capítulo Hoben (Meios)

"Niji sesson. Ju sanmai.Anjo ni ki. Go Sharihotsu. Sho-bu-ti-e. Jinjin muryo. Go ti-e mon. Nangue nannyu. Issai shomon. Hyaku-shi-butsu. Sho-fu-no-ti. "

Nesse momento, o Buda levantou-se serenamente de sua meditação e dirigiu-se a Sharihotsu, dizendo: "A sabedoria dos budas é infinitamente profunda e imensurável. O portal dessa sabedoria é difícil de compreender e de transpor. Nenhum dos homens de erudição ou de absorção é capaz de compreendê-la.

"Sho-i sha ga. Butsu zo shingon. Hyaku sen man noku. Mushu sho butsu. Jin gyo sho- butsu. Muryo doho. Yumyo shojin. Myosho fu mon. Joju jinjin. Mi-zo-u-ho. Zui gui sho setsu. Ishu nangue."

Qual é a razão disso? Um buda é aquele que serviu a centenas , a milhares, a dezenas de milhares, a incontáveis budas e executou um número incalculável de práticas religiosas. Ele empenha-se corajosa e ininterruptamente e seu nome é universalmente conhecido. Um Buda é aquele que compreendeu a Lei insondável e nunca antes revelada, pregando-a de acordo com a capacidade das pessoas, ainda que seja difícil compreender a sua intenção.

"Sho-i-sha-ga. Nyo-rai-ho-ben. Ti-ken-ha-ra-mi-tsu. Kai-i-gu-soku"

Qual a razão disso? A razão está no fato de o Buda ser plenamente dotado dos meios e do paramita da sabedoria.


"Shari-hotsu. Nyo-rai-ti-ken. Ko-dai-jin-non. Mu-ryo-mu-gue. Riki..Mu-sho-i.Zen-jo. Gue-da. San-mai. Jin-nyu-mu-sai.Jo-ju-i-sai. Mi-zo-u-ho."

Sharihotsu, a sabedoria do Buda é ampla e profunda. Ele é dotado de imensurável benevolência, ilimitada eloqüência, poder, coragem, concentração, liberdade e samadhis (meditação), aprofundou-se no reino do insondável e despertou para a Lei nunca antes revelada.


"Shari-hotsu. Nyo-rai-no. Shu-ju-fun-betsu. Gyo-se-sho-ho. Gon-ji-nyu-nan. E-ka-shu-shin. Shari-hotsu.Shu-yo-gon-shi. Mu-ryo-mu-hen. Mi-zo-u-ho. Bu-shitsu-jo-ju."

Sharihotsu, o Buda é aquele que sabe como discernir e como expor os ensinos habilmente. Suas palavras são ternas e gentis e podem alegrar o coração das pessoas. Sharihotsu, em síntese, o Buda compreendeu perfeitamente a Lei ilimitada, infinita e nunca antes revelada.


"Shi-Shari-hotsu. Fu-shu-bu-setsu. Sho-i-sha-ga. Bu-sho-jo-ju. Dai-iti-ke-u. Nan-gue-shi-ho."

Chega, Sharihotsu! Não vou mais continuar pregando. Por quê? Porque a Lei que o Buda revelou é a mais rara e a mais difícil de compreender.


"Yui-butsu-yo-butsu. Nai-no-ku-jin. Sho-ho-ji-so. Sho-i-sho-ho. Nyo-ze-so. Nyo-ze-sho. Nyo-ze-tai. Nyo-ze-riki. Nyoze-sa. Nyo-ze-in. Nyo-ze-en. Nyo-ze-ka. Nyo-ze-hô Nyo-ze-hon má-ku-kyo-tô"

A verdadeira entidade de todos os fenômenos somente pode ser compreendida e partilhada entre os budas. Essa realidade consiste de aparência, natureza, entidade, poder, influência, causa interna, relação, efeito latente, efeito manifesto e consistência do início ao fim.

Capítulo Juryo (parte Jiguague): Revelação da Vida Eterna do Buda


"Ji-ga-toku-bu-rai. Sho-kyo-sho-ko-shu. Mu-ryo-hyaku-sen-man. Oku-sai-a-so-gui.Jo-se-po-kyo-ke. Mu-shu-oku-shu-jo.Ryo-nyu-o-butsu-do. Ni-rai-mu-ryo-ko."

Desde que atingi o estado de Buda, infindáveis asamkhya de kalpas transcorreram. Constantemente venho pregando, ensinando e propagando a Lei a milhares de seres vivos. Fazendo com que entrem no Caminho do Buda, e tudo isso durante intermináveis kalpas.


"I-do-shu-jo-ko. Ho-ben-guen-ne-han. Ni-jitsu-fu-metsu-do. Jo-ju-shi-se-po. Ga-jo-ju-o-shi. I-sho-jin-zu-riki. Ryo-ten-do-shu-jo. Sui-gon-ni-fu-ken."

Como um meio hábil aparento entrar no nirvana para salvar todas as pessoas. Mas, na realidade, não entro em extinção. Sempre estou aqui ensinando a Lei. Sempre estou aqui. Porém, devido ao meu poder místico as pessoas de mentes distorcidas não conseguem me ver mesmo quando estou bem perto delas.


"Shu-ken-ga-metsu-do. Ko-ku-yo-sha-ri.Guen-kai-e-ren-bo. Ni-sho-katsu-go-shin. Shu-jo-ki-shin-buku. Shiti-jiki-i-nyu-nan.I-shin-yo-ken-butsu Fu-ji-shaku-shin-myo. Ji-ga-gyu-shu-so. Ku-shutsu-ryo-ju-sen."

Quando essa multidão de seres vê que entrei no nirvana, consagra muitas oferendas às minhas relíquias. Todos abrigam o desejo único e ardente de contemplar-me. Quando esses seres realmente se tornam fiéis, honestos, justos e de propósitos pacíficos, quando ver o Buda é o seu único pensamento, não hesitando mesmo que isso custe a própria vida, então, eu apareço junto à assembléia de discípulos sobre o Sagrado Pico da Águia.

"Ga-ji-go-shu-jo. Jo-za-shi-fu-metsu. I-ho-ben-ri-ko. Guen-u-metsu-fu-metsu. Yo-koku-u-shu-jo. Ku-gyo-shin-gyo-sha.Ga-bu-o-hi-tyu.I setsu-mu-jo-ho. Nyo-to-fu-mon-shi.Tan-ni-ga-metsu-do. Ga-ken-sho-shu-jo. Motsu-zai-o-ku-kai. Ko-fu-i-guen-shin. Ryo-go-katsu-go. In-go-shin-ren-bo. Nai-shutsu-i-se-po."

Nesse momento, digo à multidão de seres: Eu sempre estou aqui, jamais entro em extinção.No entanto, como um meio hábil, algumas vezes aparento entrar no nirvana. E outras vezes, não. Quando em outras terras há seres que desejam respeitosa e sinceramente crer, então eu também, junto a eles, pregarei esta Lei insuperável. Porém, não compreendendo minhas palavras, todos aqui insistem em pensar que eu morri. Quando vejo os seres afogados em um mar de sofrimentos eu não me exponho, para dessa forma fazer com que anseiem contemplar-me. Então, quando seu coração se enche de ansiedade, finalmente apareço e ensino a Lei para eles.


"Jin-zu-riki-nyo-ze. O-a-so-gui-ko. Jo-zai-ryo-ju-sen. Gyu-yo-sho-ju-sho.Shu-jo-ken-ko-jin. Dai-ka-sho-sho-ji. Ga-shi-do-an-non. Tem-nin-jo-ju-man. On-rin-sho-do-kaku. Shu-ju-ho-sho-gon. Ho-ju-ta-ke-ka. Shu-jo-sho-yu-raku. Sho-tem-gyaku-tem-ku.Jo-as-shu-gui-gaku. U-man-da-ra-ke. San-butsu-gyu-dai-shu."

Assim são meus poderes místicos. Por asamkhya de kalpas, sempre estive no Pico da Águia e em muitos outros lugares. Enquanto os seres presenciam o final de um kalpa e tudo é consumido em chamas, esta minha terra permanece segura e tranqüila, sempre cheia de seres humanos e seres celestiais. Vários tipos de gemas adornam seus corredores e pavilhões, jardins e bosques. Árvores preciosas dão flores e frutos em profusão, sob as quais os seres vivem felizes e tranqüilos. As divindades fazem repicar os tambores celestiais interpretando, sem cessar, a música mais diversa. Uma chuva de flores de mandara cai, espalhando suas pétalas sobre o Buda e a grande assembléia.

"Ga-jo-do-fu-ki. Ni-shu-ken-sho-jin. U-fu-sho-ku-no. Nyo-ze-shitsu-ju-man Ze-sho-zai-shu-jo.I-aku-go-in-nen.Ka-a so-gui-ko.Fu-mon-san-bo-myo."

Minha terra pura é indestrutível, porém, a multidão a vê consumir-se em chamas, mergulhada em sofrimentos, angústia e temor. Esses seres devido a suas várias ofensas e causas provenientes de suas más ações, passam asamkhya de kalpas sem escutar o nome dos três tesouros.

"Sho-u-shu-ku-doku. Nyu-wa-shiti-jiki-sha.So-kai-ken-ga-shin. Zai-shi-ni-se-po.Waku-ji-i-shi-shu. Setsu-butsu-ju-mu-ryo. Ku-nai-ken-bu-sha. I-setsu-butsu-nan-ti."

Mas os que praticam os caminhos meritórios, que são nobres e pacíficos, corretos e sinceros, todos me vêem aqui em pessoa, ensinando a Lei. Às vezes para essa multidão exponho que a duração da vida do Buda é imensurável; e para aqueles que o vêem somente após um longo tempo exponho o quanto é difícil encontrar-se com ele.

"Ga-ti-riki-nyo-ze. E-ko-sho-mu-ryo. Ju-myo-mu-shu-ko. Ku-shu-go-sho-toku. Nyo-to-u-ti-sha. Mo-to-shi-sho-gui. To-dan-ryo-yo-jin. Butsu-go-ji-pu-ko."

O poder de minha sabedoria é tamanho que seus raios iluminam o infinito. Minha vida, extensa como incontáveis kalpas, é resultante de uma prática muito longa. Homens de sabedoria, não abriguem nenhuma dúvida sobre isso! Livrem-se das dúvidas definitivamente, pois as palavras do Buda são sempre verdadeiras.


"Nyo-i-zen-ho-ben. I-ji-o-shi-ko. Jitsu-zai-ni-gon-shi. Mu-no-se-ko-mo. Ga-yaku-i-se-bu. Ku-sho-ku-guen-sha."

O Buda é como um excelente médico que se vale de meios hábeis para curar seus filhos iludidos. Embora na realidade esteja vivo, anuncia que entrou no nirvana. Porém, ninguém pode acusá-lo de mentiroso. Eu sou o pai deste mundo e salvo aqueles que sofrem e os que encontram aflitos.


"I-bon-bu-ten-do. Jitsu-zai-ni-gon-metsu.I-jo-ken-ga-ko. Ni-sho-kyo-shi-shin. Ho-itsu-jaku-go.yoku. Da-o-aku-do-tyu. Ga-jo-ti-shu-jo. Gyo-do-fu-gyo-do. Zui-o-sho-ka-do. I-se-shu-ju-ho."

Devido à ilusão das pessoas, apesar de eu estar vivo, anuncio que entrei no nirvana. Pois se me vissem constantemente, a arrogância e o egoísmo tomariam conta de seu coração. Ignorando as restrições, entregariam–se aos cinco desejos, e cairiam nos maus caminhos da existência. Estou sempre ciente de que são as pessoas que praticam o Caminho e as que não o praticam, e, em resposta às suas necessidades de salvação ensino-lhes várias doutrinas.

"Mai-ji-as-ze-nen.I ga-ryo-shu-jo. Toku-nyu-mu-jo-do. Soku-jo-ju-bu-shin."

Medito constantemente: Como posso conduzir as pessoas ao caminho supremo e fazer com que adquiram rapidamente o corpo de um buda?

Fonte: http://www.estadodebuda.com.br/materias/traducao-do-gongyo

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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

O Budismo de Nitiren Daishonin


Vídeo: Introdução ao Budismo de Nitiren Daishonin
Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=XokvL0NqDdM

Clique abaixo e saiba mais sobre o Budismo Nitiren Daishonin

 Estado de Buda

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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Ana Maria e a Flor do Lótus

Ana Maria e a Flor do Lótus

Sou como a Flor do Lótus
Saio do profundo sono do lodo
Emerjo em direção à Luz do Sol e,
Ao chegar à superfície, ouço
A música das esferas que
Regurgitam a força das Águas Cristalinas
... As Águas do Criadouro da vida
... Assim dispostas as flores
De um perfume sutil,
Fazem a beleza da vida figurar na
Doce música da Branca Flor de Lótus
Estou ali, Serena, Pura e cheia de Paz...
Finalmente mostro a brancura
Da natureza plena da Luz
Eu Sou a Natureza!!!

(Nam-Myoho-Renge-Kyo)

Luz é Amor
Amor é Luz
Mara
(MAGM)
Vídeo: The Lotus Sutra
Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=r364h19dXio&videos=4Mb2GyVZ8to&playnext_from=TL&playnext=1

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domingo, 15 de novembro de 2009

Cherokee Song

Fonte: Youtube

URL: http://www.youtube.com/watch?v=1VqoxOcEqpk&feature=related


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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

O Amor é Incondicional



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sábado, 17 de outubro de 2009

Um pouco do trabalho de Sathya Sai Baba

Este belíssimo vídeo (um pouco antigo) feito em comemoração ao aniversário de Sathya Sai Baba, mostra um pouquinho do seu trabalho; e muito da sua essência. O AMOR!

OM SAI RAM!

Luz é Amor
Amor é Luz
Mara

Fonte: Youtube
URL: http://www.youtube.com/watch?v=cWDz_DGotqA


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Meu Caminho



O meu caminho sempre foi o de encontrar a legitimidade das verdades contidas nas experiências das civilizações antigas.
As Verdades das Escrituras nos contam nossas próprias histórias e sempre impulsionaram a minha carreira; onde pude desenvolver práticas e protocolos ligados à natureza intrínseca do homem Divino.
Desenvolver as nossas potencialidades adormecidas foi uma constante em minha vida.
Como Instrumentadora Cirúrgica, tive experiências muito ligadas à vaidade e de um puro egocentrismo do homem que sempre tenta enganar a sua própria natureza prodigiosa.
Curar a alma e o corpo de quem busca em desespero por uma beleza superior, fez com que eu desenvolve-se técnicas dentro da Bioenergética, Meditação, Cromoterapia, Aromaterapia, Cristalterapia, Geoterapia e desintoxicação metabólica através das Argilas.
O homem quando deixa de buscar a beleza corporal, conscientiza-se finalmente, que à medida que nos fazemos conscientes da harmonia em nossa alma, o nosso aprendizado sobre a felicidade do espírito no mundo se faz mais universal e a expressão de "beleza" em nossa vida caminha na bondade e no amor para o infinito.
Quando reconhecemos as leis da natureza, entendemos a lei do nosso domínio sobre as forças físicas e nos fazemos poderosos. E por fim, ao reconhecermos a lei da nossa natureza moral, conseguimos apoderar-nos do nosso ser mais íntimo e nos fazemos livres.

Luz é Amor
Amor é Luz
Mara
Foto: Sai Baba

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domingo, 4 de outubro de 2009

Mercedes Sosa: Uma Grande Mulher

Que a sua jornada de volta para casa seja tão luminosa quanto foi a sua vida!
Gracias, La Negra!

Origem: Youtube
URL: http://www.youtube.com/watch?v=bFgcLEUHdAI


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